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Defesa Criminal e Crimes Digitais BH

Advogado Fraudes Digitais BH

Orientação e defesa técnica em Advogado Fraudes Digitais BH, com estratégia individualizada, sigilo absoluto e contato direto com o Dr. Deivid Santos.

Por Dr. Deivid Antonio dos Santos · OAB/MG 231.450 · Advogado Criminalista · · Atualizado em

Fraudes digitais em BH incluem o "golpe do PIX", clonagem de WhatsApp para golpes em contatos, phishing bancário, e compras fraudulentas em e-commerces. A investigação segue até a identificação de quem recebeu o valor fraudulento - e o titular da conta pode ser preso mesmo que seja "laranja". Dr. Deivid Santos, OAB/MG 231.450, defende investigados e presos por fraudes digitais em BH.

Em 2024, o Banco Central do Brasil registrou mais de 2,5 milhões de tentativas de fraude via PIX. BH concentrou parte significativa das investigações de fraudes digitais em MG. O esquema mais comum envolve "contas laranja" - pessoas que cedem ou têm suas contas usadas para receber valores de golpes - e que acabam presas ou indiciadas junto com os golpistas, mesmo sem ter sido os autores do crime.

Principais golpes digitais investigados pelas delegacias de BH

Golpe do PIX: a vítima é convencida a fazer uma transferência por PIX para uma conta controlada pelo golpista. O titular da conta receptora (laranja) é rastreado pelo Banco Central e identificado pela polícia.

Clonagem de WhatsApp: o golpista sequestra o número da vítima e contata sua lista de contatos pedindo dinheiro emprestado. Crime de estelionato (Art. 171 CP) e invasão de dispositivo (Art. 154-A CP).

Phishing bancário: e-mails ou SMS falsos simulando bancos coletam dados de acesso à conta. Os valores desviados são rastreados até as contas receptoras.

Falso e-commerce: lojas virtuais falsas que cobram pelo produto mas nunca entregam. A investigação rastreia os dados de registro do site e as contas PIX usadas.

Golpe do falso funcionário de banco: ligação simulando ser do banco para "cancelar uma transação" e solicitar dados bancários ou código de aprovação.

Conta laranja: quem cede a conta é réu?

Sim. O titular que cede sua conta para receber valores de golpes (mesmo "sem saber para quê") pode responder por estelionato em concurso de agentes - a jurisprudência do TJMG reconhece que a cessão da conta, na maioria dos casos, configura participação no crime.

A defesa do "laranja" explora:

  • Coerção ou ameaça que forçou a cessão da conta
  • Ausência de dolo (desconhecimento real de que a conta seria usada para fraude)
  • Participação de menor importância (causa de redução de pena de 1/6 a 1/3)

O que fazer se a conta foi bloqueada pelo banco por suspeita de fraude

  1. Não mova os valores - qualquer movimentação pode ser interpretada como tentativa de ocultar.
  2. Guarde documentação que explique a origem dos depósitos (mensagens, contratos, notas fiscais).
  3. Contate o advogado imediatamente - o bloqueio antecede a abertura de inquérito.
  4. Apresente defesa administrativa ao banco explicando a origem dos valores.

Perguntas Frequentes

Fui preso por ser "laranja" em golpe de PIX. O que acontece agora?

A prisão em flagrante deve ser convertida em preventiva pelo juiz na audiência de custódia. O advogado pede liberdade provisória demonstrando que você não tinha papel central no golpe, não tem antecedentes e não representa risco à ordem pública. Mesmo que seja convertida a preventiva, cabe pedido de revogação com as provas da sua participação mínima.

A polícia me intimou por suposta fraude que não cometi. O que fazer?

Compareça acompanhado de advogado. O advogado verifica os elementos que a polícia tem contra você e orienta sobre o que dizer - especialmente se sua conta foi usada por terceiro sem sua ciência. Documentação que demonstre que você não autorizou as transações é fundamental.

O banco pode me processar criminalmente por fraude?

Não diretamente - os bancos apresentam notícia-crime ao MP ou à Polícia, que avalia se há fundamentos. O banco pode também ajuizar ação cível de ressarcimento. O advogado acompanha ambas as frentes.

Defesa em Fraudes Digitais - BH

Preso ou investigado por fraude digital em BH? O Dr. Deivid Santos avalia o caso e atua com urgência. WhatsApp: (31) 98533-0197.

Santos & Rodrigues Advocacia | OAB/MG 231.450 | (31) 98533-0197

Perguntas Frequentes

Fui acusado de golpe do Pix. O que fazer?
Não preste declarações sem advogado. O estelionato digital (Art. 171, §2º-A CP) tem pena de 4 a 8 anos, mais grave que o estelionato comum. A defesa deve analisar provas, quebra de sigilo bancário e a autoria real da transação.
Vender produto que não entregou é crime?
Pode configurar estelionato, mas a defesa pode argumentar que se trata de inadimplemento civil (sem dolo de fraude). A distinção é essencial: mera falta de pagamento é dívida; promessa fraudulenta é crime.

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